Carreira de Desenvolvedor de Jogos

Por Celso Rodrigo de M F


Postado em: segunda, 30 de janeiro de 2017 as 11:40 AM    89 views

O Brasil é um dos maiores consumidores de jogos eletrônicos do mundo e a previsão é de que o mercado nacional de games movimente R$ 4 bilhões até 2016 (dados da consultoriaPricewaterhouseCoopers). Se você curte games e ainda não decidiu qual profi



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O Brasil é um dos maiores consumidores de jogos eletrônicos do mundo e a previsão é de que o mercado nacional de games movimente R$ 4 bilhões até 2016 (dados da consultoriaPricewaterhouseCoopers). Se você curte games e ainda não decidiu qual profissão seguir, vale a pena considerar entrar nesse mercado promissor.

O mercado está crescendo, e esta é uma boa notícia para os designers de games. É hora de criar mais um “Gods of War”, “Helda” e “Halo”. O primeiro passo é estudar.

Seja como for, é importante se envolver com a cultura gamer: jogar, participar de eventos na área, visitar exposições, atualizar-se com o universo dos games em jogos, quadrinhos, filmes de ficção científica, etc. E ter a mente sempre aberta para criar novos personagens e histórias. Roteiro, desenhos, programação do game e até a trilha sonora fazem a diferença entre um profissional mediano e um gênio.

Carreira de Desenvolvedor de Jogos

Design de games é uma carreira bastante promissora: segundo a agência alemã de notícias Reuters, a indústria de entretenimento (incluídos os jogos) é a maior do mundo e o Brasil é carente de bons profissionais, especialmente para games em tablets e celulares. Os salários ultrapassam os R$ 5 mil mensais.

Mesmo assim, o típico desenvolvedor de games brasileiro cria jogos para públicos bastante variados no que diz respeito à idade, sexo, renda familiar, etc. O segredo está na diversificação: quanto mais pessoas se interessarem pelo jogo, maior o sucesso de vendas – e, claro, o lucro.

Consultorias de recursos humanos afirmam que estão faltando desenvolvedores de jogos para o mercado de jogos brasileiros decolarem. Quem estiver interessado e tiver muita criatividade pode se preparar: vagas de emprego não vão faltar.

O Brasil e os videogames já têm uma longa história de amor. O país é o quarto maior consumidor mundial de jogos de computador, perdendo apenas para Estados Unidos, Japão e China. Somando-se todas as horas na frente da televisão ou do computador, os brasileiros jogam, em média, 40 bilhões de horas por ano.

São três as principais razões de como o modelo independente de produção pode impulsionar o mercado nacional. A primeira delas é não precisar de publicadoras. O pontapé inicial é dado pelos próprios desenvolvedores e são eles que cuidam da parte de distribuição e divulgação. Apesar de ser um enorme trabalho a mais, tudo pode ser feito do jeito que o estúdio quer, sem interferência de terceiros. Isso faz com que jovens times de estudantes e profissionais cheios de energia tenham tudo em mãos para produzir um game. Segundo a Associação Brasileira de Desenvolvedores de Jogos Digitais (Abragames), os cursos seguidos por quem se interessa em ingressar em uma carreira da área de games vão desde programação e game design até comunicação, design gráfico 2D e 3D e artes plásticas.

Em nosso site abordaremos os mais diversos temas, e vamos auxilia-lo nesse caminho, vamos junte-se a nós, compartilhe nossas matérias e ajude outros a crescer com o nosso conteúdo criado especialmente para você.

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Abraços e até mais…



Autor:

Celso Rodrigo de M F

Pós-Graduado em Desenvolvimento de Aplicações Web Baseadas na Tecnologia JAVA (2014), bacharel em sistemas de informação (2007), trabalhei como tutor orientador do curso de tecnologia em analise e desenvolvimento de sistemas.